sexta-feira, 14 de março de 2014

PORTAL CEARAMIRINENSE

CEARÁ MIRIM, MESORREGIÃO LESTE POTIGUAR

sexta-feira, 23 de abril de 2010

BARÃO DE CEARÁ MIRIM


A história rasga o tempo, enquanto o homem a fabrica. Somos responsáveis pelo nosso passado, presente e futuro. Comentar esta história que nós mesmos fabricamos é contextualizá-la através dos seus valores por meio de estudos e pesquisa. É não deixar apagar na mente dos seres as marcas do crescimento de um povo para que todas as gerações descubram a historicidade de suas origens.

A princípio pairou sobre mim uma preocupação com relação ao convite para falar sobre a vida do Barão de Ceará-Mirim. Mas a curiosidade impulsionou-me a dinamizar com naturalidade uma pesquisa sobre a sua vida. Partindo então de perguntas preliminares tais como: Quem foi o Barão? Qual seu nome completo? De quem era filho ? O que fazia ? E pouco a pouco comecei a traçar o perfil deste homem que ajudou a construir a história da educação cultural e política na cidade de Ceará-Mirim.

Seu nome era Manoel Varela do Nascimento, tendo nascido em 1805 . Seus pais eram Felipe Varela do Nascimento e dona Teresa Duarte, tendo desposado dona Bernarda Varela Dantas.

Foi agricultor no vale de Ceará-Mirim e Dom Pedro II o fez Barão em julho de 1874.

As pessoas afirmam que o título de Barão veio por ele ter constituído e doado uma escola ao município. No entanto a construção da escola ocorreu quatro anos após ele ter sido agraciado com o título. Como o Imperador D. Pedro II não dava títulos sem antes verificar o que as pessoas haviam feito, a afirmativa citada anteriormente apresenta contradição. Isto leva a pensar que o baronato deve-se a outros serviços prestados à instrução pública no município.

Foi Alferes de 2a. linha, cuja carta patente foi assinada por D. Pedro I em Abril de 1828.

Mais tarde foi elevado a Coronel Comandante Superior das Guardas Nacionais dos municípios de Natal, São Gonçalo, Extremoz e Touros.

Em 1868 foi reformado, quando exercia o cargo de deputado provincial do biênio 1868-1869. Chegou a ser o terceiro vice-presidente da Província.

O Barão introduziu melhoramentos na indústria açucareira do vale. Foi um dos primeiros a utilizar o cilindro horizontal para triturar a cana e açúcar e divulgou a cana caiana.

Na carta diploma de Barão de Ceará-Mirim o senhor Manoel Varela do Nascimento é enaltecido como senhor de engenho e elemento característico do patriarcalismo rural da região. Foi o primeiro norte-rio-grandense agraciado por um título nobiliárquico no império.

Ele falecido em março de1881 e a baronesa em março de1890. O barão e sua esposa foram sepultados na capela do Engenho em terras da Usina São Francisco no Ceará-Mirim, túmulos ainda hoje conservados.

O grupo escolar que foi doado pelo Sr. Barão recebeu inicialmente o nome da Escola Felipe Camarão, onde funcionou cadeiras de latim e francês criados pelo governador Aminthas Barros em Março de1885, pela lei nº 949.

Em 1936 a escola passou a denominar-se “Barão de Ceará-Mirim”, nome que permanece. Os profissionais que ali trabalham, têm desempenhado o papel de educar crianças e adolescentes que assumiram a sociedade futura, construindo a história e dando continuidade a ação de vida dentro do município ou fora dele.

FONTE - SITE DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CEARÁ MIRIM

sábado, 20 de fevereiro de 2010

HISTÓRIA DE CEARÁ MIRIM

O pau-brasil existente em quantidade na região era transportado através de um rudimentar sistema de navegação aproveitando as águas do rio Gramoré.
Os portugueses, juntamente com Antônio Felipe Camarão, o famoso índio Poty, que chefiava a tribo dos Potiguares tomaram a iniciativa no sentido de organizarem um povoamento. Fundaram um convento na aldeia do Guajiru, e numa área de terra concedida aos padres da Companhia de Jesus, construíram uma igreja, um prédio destinado a cadeia e a câmara municipal. Com o trabalho desenvolvido na organização do povoado, os padres conquistaram a estima dos índio de Guajiru.
Os índios estavam satisfeitos com os padres jesuítas, os colonizadores portugueses não, pois queriam as terras férteis do vale e para isso procuraram afastar do caminho a presença incômoda e ética dos jesuítas. Com o afastamento dos jesuítas, os colonizadores portugueses passaram a administrar sem a presença do elemento religioso e sem qualquer tipo de fiscalização. Uma Carta Régia do Marquês de Pombal proibiu sumariamente, sem qualquer motivo nem explicação, a participação de jesuítas na organização administrativa e de ensino do povoado. Com o afastamento dos jesuítas, os índios pressionados pelos colonizadores acabaram negociando suas terras com estranhos. Nessa época, chegaram os negros vindos da África, e com eles começava o trabalho cativo e formação dos engenhos de cana-de-açúcar, que vieram a comandar a economia e a história do vale do Ceará-Mirim. Nascia, assim, uma civilização própria com base nos senhores de engenho, conscientes do domínio econômico que exerciam, e de uma fidalguia poderosa e elegante. Era o final do século XIX, o vale prosperava e crescia com a produção canavieira.
Por algum tempo conservou-se um núcleo de ostentação e luxo. Surgiram os bailes aristocratas, as carruagens forradas com seda e as festas ricas e pomposas. Esses traços que marcaram uma Era caracterizaram, no tempo, a etapa patriarcal e escravocrata do açúcar.
Em 3 de Setembro de 1759, o município foi criado oficialmente, através de alvará, e instalado em 3 de Maio de 1760, na antiga aldeia de Guajiru, tendo por sede a vila de Extremoz. Em 18 de Agosto de 1885, a sede foi transferida para a povoação de Boca da Mata e passou a chamar-se vila do Ceará-Mirim. A transferência para vila de Ceará-Mirim foi suspensa através da Lei n° 345, de 4 de Setembro de 1856. Após dois anos foi novamente confirmada pela Lei n° 370, de 30 de Julho de 1858, instalado no dia 14 de outubro de 1858, que teve como primeiro administrador o senhor FRANCISCP DE PAULA SOARES DA CÂMARA. Em 9 de Junho de 1882, através da Lei n° 837, Ceará-Mirim recebeu foros de cidade.
A Câmara Municipal de Extremoz realizou sua última sessão no dia 22 de janeiro de 1857. Na Vila de Ceará-Mirim, a primeira reunião municipal foi a 14 de outubro de 1858.
À primeira sessão da Câmara Municipal de Ceará-Mirim, realizada a 14 de outubro de 1858, compareceram os seguintes membros:
• Francisco de Paula Soares da Câmara (Presidente) • Miguel Germano de Oliveira Junqueira • José de Góis de Vasconcelos Borba • Padre João Coelho de Souza • Joaquim Romão Seabra de Melo.
Ceará-Mirim tornou-se um dos primeiros municípios da Província do Estado. Os deputados provinciais Augusto Leopoldo Raposo da Câmara, Pedro Soares de Araújo, Antônio Carlos Fernandes Pimenta e Galdino Procópio do Rêgo, apresentaram, no dia 23 de maio de 1882, um Projeto elevando a Vila ao predicamento de Cidade de Ceará-Mirim. Esse projeto, depois de aprovado, transformou-se na Lei nº 837, de 9 de junho de 1882, dando à Vila o título de Cidade e Distrito sede de município.

aATUAL PREFEITO DE CEARÁ MIRIM


ANTONIO MARCOS DE ABREU PEIXOTO, natural de Paraú-RN, nascido a 19 de abril de 1963, filho de Francisco Rilto Peixoto e de Clarice de Abreu Peixoto. Em 5 de março de 1985 passou para a condição de aluno-oficial, três anos depois, 2º tenente, passando pelo posto de 1º tenente e Capitão. Nesse posto, deixa agloriosa PMRN e ingressa na Polícia Civil do Rio Grande do Norte, na condição de delegado de carreira. Em 5 de outubro de 2008 foi eleito prefeito do município de Ceará Mirim, o qual obteve 22.553 votos, equivalente a 60,68 5. Policial. Ingressou na Polícia Militar no dia 12 de março de 1984, na condição de aluno sargento PM, o qual concluiu o CFS-Curso de Formação de Sargentos, no CFAP-Centro de Aperfeiçoamento de Praças, em Natal, com o número 84006. Tem como companheiro de administração Luiz Antonio de Lima Ferreira, Natal, nascido a 25 de fevereiro de 1981

GERALDO JOSÉ DA CÂMARA FEREIRA DE MELO


Natural de Ceará-Mirim-RN, nascido a 12 de julho de 1935,filho de PEDRO FERREIRA DE MELO e ALMIRA DA CÂMARA DE MELO. Casado com Maria Edinolia Câmara de Melo, a qual foi duas vezes prefeita de Ceará Mirim. Foi vice- governador, secretário estadual, governador e senador da República. Tendo construído boa parte da sua vida pública em Ceará Mirim, colaborou com o governo de Aluizio Alves (1961-1966), tendo trabalhado no DNOCS. Foi indicado vice- governador do Rio Grande do Norte quando o titular era Lavoisier Maia Sobrinho(1978-1983). Em seguida, voltou para o grupo dos Alves e coordenou a campanha vitoriosa de Garibaldi Alves Filho para a Prefeitura de Natal, no ano de 1985. Isso lhe serviu de credencial para disputar o Governo do Estado em 1986. Com o slogan Novos Tempos, Novos Ventos e uma maioria de 14 mil votos, conseguiu eleger- se.

VÁRIOS PREFEITOS DE CEARA MIRIM

Edgar de Gouveia Varela
Eleito em 05/01/1958
VICE –João da FONSECA Silva Neto
Dr Rui Pereira Júnior – 15/11/1972
Edgar de Gouveia Varela
15/11/76
Vice – Helio Vem^^ancio Rodrigues
Roberto Varela 1982
Orione Barreto 88
Terezinha J. da Câmara de Melo
1992
Roberta Pereira Varela 1996
VICE – Sebastião Cruz
Maria Edinólia Câmara de Melo
Eleita em 01/01/2000
Maria Edinólia Câmara de Melo
Reeleita em 03/10/2004
Natural de João Câmara, nascida a 23 março de 1940, filha de Jerônimo Câmara e de Maria Ester de França Câmara, casada com o ex-governador e ex-senador Geraldo José da Câmara Ferreira de Melo, Como primeira dama do Estado, no período de 31 de janeiro de 1987 a 31 de
CEARÁ MIRIM
Roberto Varela, natural de Ceará Mirim-RN, nascido a 4 de novembro de 1928 e faleceu em sua terra natal no 4 de outubro de 2006. Era filho de Rui Antunes Pereira (22/06/1902 – 22/04/1995). Foi deputado estadual e prefeito de Ceará Mirim em três mandatos, o qual foi eleito pela primeira vez e m 3 de outubro de 1952, quando venceu seu opositor, na pessoa do ex-interventor Ubaldo Bezerra de Melo. Em 15 de novembro de 1968 conquistou seu 2º mandato, e em 15 de novembro de 1982 foi eleito pela terceira vez, cujo mandato terminou em 1º de janeiro de 1989.
Roberto Varela teve atuações muito marcantes em sua época como prefeito e deputado estadual, porém, ao falecer de um infarto fulminante acontecido em sua fazenda Nascença, no município de Ceará Mirim em 4 de outubro de 2006, ainda continuava atuante

BANDA DE MÚSICA "TENENTE DJALMA RIBEIRO" - CEARÁ MIRIM


A Banda de Música Municipal de Ceará Mirim –“TENENTE DJALMA RIBEIRO DA SILVA”, foi criada em 1938, a Banda de Música Tenente Djalma Ribeiro é uma das mais antigas do Rio Grande do Norte. Constitui-se num dos maiores patrimônios culturais do município de Ceará-Mirim. Tendo como regente o Maestro Manoel Davi de Souza, possui um arquivo de músicas em variados estilos e ritmos, atuando em eventos cívicos, religiosos e populares, além de realizar apresentações e retretas também nos distritos e até em outras cidades.

Em 1980 trabalhei com o saudoso tenente da gloriosa e amada Polícia Militar DJALMA RIBEIRO DA SILVA, no 2º Batalhão de Polícia Militar, sediado na cidade de Mossoró. Ele na época era o maestro da Banda de Música do Batalhão “30 de Setembro”, criada em 27 de setembro de 1976. Não entendo de música, porém, em minha opinião o Tenente Djalma foi o melhor músico da Polícia Militar em todos os tempos. Até acho que a Banda do 2º BPM somente foi respeita e aplaudidas quando ele a comandava

Quem sou eu

Minha foto
SOU POLICIAL MILITAR DA RESERVA REMUNERADA DA GLORIOSA E AMADA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, EXERCI A FUNÇÃO DE DELEGADO DE POLÍCIA NAS CIDADES DE APODI, FELIPE GUERRA,ITAÚ, RODOLFO FERNANDES, GOVERNADOR DIX-SEPT ROSADO, SÃO MIGUEL, DR. SEVERIANO, TENENETE ANANIAS E MARCELINO VIEIRA, ALÉM DE TER TRABALHADO NAS CIDADES DE MOSSORÓ, AREIA BRANCA, SERRA DO MEL, CARAÚBAS E PAU DOS FERROS. AMO A DEUS SOBRE TODAS AS COISAS E AMO AMO AO MEU PRÓXIMO COMO AMO A MIM MESMO. SOU TORCEDOR DO BARAÚNAS (MOSSORÓ) E FLUMINENSE(RJ, TENHO A POLÍCIA MILITAR DO MEU ESTADO COMO UMA VERDADEIRA MÃE, TENDO EM VISTA QUE FOI NELA QUE PUDE CRIAR MEUS FILHOS E APRENDER UM MONTÃO DE COISAS BOAS.

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